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sábado, 22 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O DERRADEIRO DESAFIO ANTES DO RIO-MAR
O DERRADEIRO DESAFIO ANTES DO RIO-MAR
Projeto Aventura Desafiando o Rio-Mar
"O derradeiro Desafio antes do Rio-Mar"
“A partida para o Alto Purus é ainda o meu maior, o meu mais belo e arrojado ideal.
Partirei sem temores; e nada absolutamente me demoverá de tal propósito”.
Partirei sem temores; e nada absolutamente me demoverá de tal propósito”.
(Euclides da Cunha)
- Treinamento
Há quase dois anos, estamos treinando, exaustivamente, no Guaíba. O Lago Guaíba proporciona reais dificuldades à navegação com seus ventos fortes e largura de até 18 km (entre a Vila Itapoã e a Praia da Faxina) bem superior à do rio Solimões. As diversas rotas que idealizamos, atravessando o canal em navegações contínuas superiores a 2 horas, buscaram ultrapassar as situações que enfrentaremos na Amazônia. Os ventos do quadrante Sul, superiores a 25 nós (45 Km/h), passando entre os morros da Ponta Grossa e a Pedra Redonda, criam um interessante efeito de turbilhonamento. As ondas, de até 1,5 m, surgem de todos os lados sem um padrão definido exigindo muita habilidade e força do canoísta. Até hoje foram 12.590 km incluindo quatros grandes Desafios.
- Rota Desafio 1 - Navegador José Pineda
Teve início às 06:15 horas no dia 10 de dezembro de 2007, no dia mais quente do ano. Foi um desafio de resistência física e psicológica. Chegamos à praia da Faxina às 10:30 h e, às 18:20 h, aportávamos na Raia 1 com um tempo de navegação de 09:25 h.
- Rota Desafio 2 - Cel Altino Berthier Brasil
Esta rota foi em homenagem ao nosso ex-mestre do CMPA, Coronel Berthier, profundo conhecedor das belezas e mistérios da Amazônia Brasileira. Nesta prova, saímos às 05:55 horas e navegamos até a maravilhosa Ilha do Junco, que faz parte do complexo do Parque Itapoã, no dia 18 de dezembro de 2007, retornando às 18:25 h com um tempo de navegação de 09:27 h.
- Rota Desafio 3 - Professora Silvana Pineda
Cruzamos o Farol de Itapoã e superamos os umbrais da Lagoa dos Patos em uma navegação de 80 quilômetros em 11 horas. Uma prova, que se iniciou às quatro horas da madrugada, na mágica noite do dia 07 de fevereiro de 2008, em que as estrelas cadentes e o céu claro, embora sem lua, nos brindaram com sua esfuziante beleza. Chegamos exatamente às 18:00 h, após manter o compassado ritmo dos 4 nós por hora.
- Rota Desafio 4 - Rosa Mística
Partimos rumo à Ilha do Barba Negra às 03:15 h, numa noite clara, sem lua, acariciados pela brisa suave vinda do quadrante sul, como os boletins do tempo haviam anunciado. Depois de remar aproximadamente 45 minutos, o céu foi ficando carregado, na altura da Ponta Grossa, e os ventos de proa começaram a dificultar nossa progressão. Decidimos navegar até a Ilha do Chico Manoel esperando que até lá as coisas melhorassem.
Fizemos uma breve prece esperando que o Grande Arquiteto acalmasse os ventos e desviasse as pesadas nuvens de nossa rota. De repente, pequenas luzes verdes começaram a brilhar sobre as águas. A magia do momento nos embalava e parecia que a abóbada celeste repousava nas águas do imenso Guaíba. Seriam microorganismos? Já havíamos presenciado fenômeno semelhante no litoral gaúcho. Depois de algum tempo conseguimos identificar que aquelas pequenas cintilações eram produzidas por centenas de vaga-lumes que descansavam sobre as águas.
Chegamos à Ilha do Chico Manoel às 06:15 h e o tempo continuava fechado. Fizemos um pequeno lanche e descansamos na maravilhosa ilha do Veleiros. O dia estava clareando, os ventos novamente se transformaram em suave brisa, e observamos que na altura do Farol de Itapoã as nuvens eram mais esparsas. Partimos às 06:55 h diretamente para a Ponta da Faxina.
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| Rota Mística |
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| Ilha do Chico Manoel (madrugada) |


A Península da Faxina, com suas falésias, vegetação nativa e abundancia de pássaros, me impressionou. Decidi navegar mais um pouco e parar na Ilhota da Ponta Escura. A ilhota, com seus canaletes, não me chamou a atenção. Habitada e sem graça, me levou a continuar remando e a planejar um descanso na altura do Morro da Formiga. Tentava, em vão, avistar a Ilha do Barba Negra.
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| Morro da Formiga |
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| Praia da Formiga |
Chego à Ilha exatamente às 11:15, 7 horas após ter saído da Raia 1. É uma pequena e bela ilha para se ver de longe, mas não para se aportar. A Ilha do Veado, como é chamada, só depois é que fiquei sabendo, quando fui confirmar minha rota, é formada apenas por rochas, alguns arbustos e cactus.
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| Ilha do Veado |
Há aproximadamente dois quilômetros da Ilhota, avistei um canoísta remando no meio da Lagoa dos Patos e qual não foi minha surpresa ao verificar que se tratava de meu amigo Coronel Teixeira. Houve um pequeno desencontro de informações e, em vez de partirmos juntos, cada um saiu num horário diferente. Cancelamos o pernoite na Ilha do Barba Negra, embora o Teixeira estivesse equipado para tal, e iniciamos o retorno.
Paramos na Ilhota para conversarmos um pouco e, mais adiante, na Ponta da Faxina onde saboreamos alguns coquinhos silvestres antes de atravessar o canal numa extensão de 12,7 Km rumo à Ilha do Chico Manoel. Pela primeira vez, no trajeto, fiz uso do GPS e confirmei a direção a ser seguida. O deslocamento, a partir das 14:00, transcorreu bem impulsionado por suaves vento de popa permitindo aqui e ali surfar nas pequenas ondas.
Na Ilha do Chico Manoel, paramos uns 40 minutos e recebemos um telefonema da repórter Carla, da Zero hora, agendando uma sessão de fotos. Novamente desfrutei da paradisíaca ilha, tomei um banho reconfortante para afastar os efeitos da canícula. Partimos, às 18:40 h, rumo à Ponta Grossa onde paramos brevemente e depois do por do sol, às 20:30 h nos encaminhamos, novamente orientados pelo GPS, rumo à Raia 1.
Chegamos às 21:30, cansados, mas satisfeitos. Remamos 95 Km durante 13:30 horas. Sabemos que não iremos navegar uma extensão tão grande na Amazônia em apenas um dia. Mas um treinamento árduo certamente nos dá a confiança e a certeza de que estamos preparados para enfrentar os óbices que surgirem na nossa pequena Odisséia.
- Homenagem
Não achamos nenhum amigo que quisesse ser homenageado com uma rota cujo objetivo era alcançar a Ilha do Veado. Brincadeiras à parte, gostaríamos de deixar, entretanto, patente que a homenageada desde início era para ser nossa dileta amiga Rosângela Maria de Vargas Schardosim, de Bagé, que tem conseguido a divulgar nossos artigos em diversos periódicos.
- Despedida
Em meu nome, e de minha equipe Rio-Mar, gostaria de agradecer o apoio dos amigos e irmãos que estão nos apoiando e dizer que graças a este apoio é que estamos conseguindo levar adiante nosso ‘Projeto de Amizade’. Este é o último artigo que escrevemos neste ano. Esperamos continuar contando com a colaboração de nossos editores e com seu carinho, quando retornarmos da Amazônia em Fevereiro de 2009. Até breve, amigos!
A Selva nos une !
A Amazônia nos pertence !
Tudo pela Amazônia !
SELVA !
domingo, 24 de agosto de 2008
Projeto-Aventura Desafiando o Rio-Mar - “Novos Rumos” - REAPRESENTAÇÃO
Projeto-Aventura Desafiando o Rio-Mar - “Novos Rumos” - REAPRESENTAÇÃO
“A partida para o Alto Purus é ainda o meu maior, o meu mais belo e arrojado ideal. Partirei sem temores; e nada absolutamente me demoverá de tal propósito”.
(Euclides da Cunha)
- Reapresentação do Projeto
No dia 19 de agosto de 2008, no salão Brasil do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA), o velho Casarão da Várzea, reapresentamos, em nome da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS), da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB) e da Associação dos Amigos do Casarão da Várzea (AACV) o Projeto Desafiando o Rio-Mar ‘Novos Rumos’. O evento foi abrilhantado com a apresentação do coral dos alunos do CMPA e contou com a presença de amigos, professores, autoridades, empresários e imprensa de Porto Alegre.
- Objetivos do Projeto
O Rio-Mar não se trata apenas de uma aventura, mas, sobretudo, de um grande projeto multidisciplinar e interdisciplinar com uma face pedagógica bastante definida. A Descida do Rio Solimões de caiaque visa a reconhecer seus principais afluentes, observar a fauna, flora, hidrografia, relevo, entrevistar autoridades locais e representantes dos povos da floresta. A proposta visa a despertar a juventude brasileira, para que, com conhecimento de causa, seja capaz de exercer uma pressão-cidadã, no sentido de reverter o maior esbulho do patrimônio brasileiro, atualmente em curso.
- Respeito à Natureza
A escolha do caiaque, como meio de transporte, baseou-se em dois requisitos fundamentais: experiência como canoísta profissional e respeito à natureza. A experiência já havia sido consagrada nas águas do Mato Grosso do Sul onde conquistamos o campeonato estadual em 1989, singrando águas brancas, quedas d’água e provas de longa distância. Numa época em que tanto se propugna pelo respeito à natureza, o caiaque sintetiza o meio de transporte ideal para ser usado na ‘Terra das Águas’. Seu deslocamento silente não afugenta, não atemoriza a fauna, as remadas firmes e cadenciadas seguem o ritmo da natureza sem agredir a flora e a ausência de motores à combustão não polui, não macula os rios.
- Treinamento
Na oportunidade, mostramos o rígido plano de treinamento em que estabelecemos obstáculos bem superiores aos que iremos enfrentar na ‘terra das amazonas’. Em um ano e 5 meses, percorremos 10.700 km. Enfrentamos no Lago Guaíba e Lagoa dos Patos, ondas de até 1,5 metros, ventos de 30 nós e temperaturas extremas. Procurando testar nossos limites, estabelecemos percursos superiores a 70 quilômetros de extensão e, em todas as oportunidades, tivemos a satisfação de atingir com sucesso as metas propostas. A mais arrojada destas provas foi, sem dúvida, o ‘Desafio Professora Silvana Pineda’, quando cruzamos o farol de Itapoã e superamos os umbrais da Lagoa dos Patos em uma navegação de 80 quilômetros em 11 horas. Uma prova que se iniciou às quatro horas da madrugada na mágica noite do dia 07 de fevereiro de 2008 em que as estrelas cadentes e o céu claro nos brindaram com sua esfuziante beleza. A chegada, exatamente às 18h, após ter conseguido manter o mesmo e compassado ritmo dos 4 nós por hora, convenceu-nos de que estamos preparados.
- Clube de História
As professoras Silvana Schuler Pineda e Patrícia Rodrigues Augusto Carra, ambas do Clube de História, engajaram- se desde o início de corpo e alma no projeto, acreditando na nossa proposta e tiveram a capacidade de captar as razões dessa obstinada missão, por isso resolvemos reproduzir, aqui, suas considerações.
“Uma travessia. Uma aventura. Não sabemos bem. Talvez apenas um homem comum tentando entender aquilo que é humano, mas tão doloroso. Talvez uma perda tentando se transformar em vida. Quem sabe um encontro consigo, com seu passado. Quem sabe uma tentativa de reunir forças para seguir uma viagem solitária muito mais difícil que o solitário desafio contra o rio-mar. Conviver durante anos com o Coronel Hiram nos permite ir pensando sobre alguns dos motivos que o levam à Tabatinga. Mas, ainda assim, um certo mistério permanece. Muitos foram os viajantes que relataram suas impressões e vivências acerca do Brasil e da Amazônia: ‘Entre os viajantes que visitaram o Brasil, deixando testemunhos escritos sobre o que viram, ouviram, leram e refletiram estão: representantes diplomáticos, cultivando relações políticas e econômicas; naturalistas, exploradores e cientistas, deslumbrados com a nossa flora e fauna; homens de negócios, vislumbrando lucros; artistas, que souberam captar o elemento novo, a situação diversa, os traços e os passos da brasilidade em formação; religiosos, missionários que se dedicaram, sobretudo, à população aborígine; capelães de missões européias; profissionais liberais; oficiais da marinha; técnicos; geógrafos; aventureiros; governantas; pintores; artesãos; jornalistas; foragidos; engenheiros, médicos e também educadores que enfrentaram grandes distâncias tentando transmitir às crianças brasileiras a educação européia’. (Augel, 1980)
Se pensarmos nos viajantes que relataram o Brasil a partir de suas profissões, dos interesses que orientaram seus olhares e impressões, o Coronel Hiram constitui um observador diferenciado. Não é o militar, não é o professor, ou o pesquisador que ruma à Amazônia. Quem vai à Tabatinga talvez seja um homem apaixonado pela vida e pela experiência de ter vivido em meio a essa região momentos pessoais e familiares intensos e inesquecíveis. Seu olhar sobre a região é terno. Repleto de lembranças. Não há laboratórios, governos, grupos de pesquisa que pretendam lançar novos produtos no mercado financiando sua viagem. Há o homem, sujeito histórico do seu tempo com suas preocupações enquanto cidadão, brasileiro, com suas paixões e com suas histórias de vida. Este desafio conta com a particularidade deste olhar pronto para reconhecer paisagens já visitadas; audaz o suficiente para estranhar e admirar o novo; humilde no respeito à natureza e aos humores do rio-mar; humano para reconhecer o outro em seu espaço e se permitir viver a humanidade que nos traga a permanente experiência de nos escrever.
Histórias de viajantes são tidas como olhares estrangeiros contando a realidade que divisam ou divisavam. Neste momento, temos vários olhares estrangeiros vislumbrando a Amazônia e suas particularidades: fauna, flora, população, histórico. Mas quantos brasileiros estão envolvidos no projeto de se permitir navegar pelas águas da região e, imersos nas preocupações de brasileiro, visam a falar das suas observações e dizer da importância desta região para nós e para o mundo? Quantos olhares brasileiros viajam e conseguem voz para dizer de suas visões?
É possível que esse homem encontre outros brasileiros remando pelas águas da região e some estas vozes aos seus relatos. Também é possível que viaje solitário e encontre refúgio apenas nas populações ribeirinhas. Mas, eis um projeto de um brasileiro - navegar e se navegar pelo Amazonas. Para nós, pesquisadoras, o Cel. Hiram não é um viajante. Não é um estrangeiro que pretende relatar ao mundo como é o Brasil. É um brasileiro, alguém que vive neste país e que permanecerá nele terminada sua navegação. Que precisa discutir, como todos os brasileiros, as questões da região norte. Portanto, para nós, ele é um navegante. Alguém que nos traz informações, que observa, que vê, que olha. Que aprende e que ensina. Alguém que se modificará nas águas da Amazônia. E que nos reciclará com sua navegação”. (Professora Patrícia Rodrigues Augusto Carra e Professora Silvana Schuler Pineda)
- Obstáculos ao Projeto
“Quando surge um problema, você tem duas alternativas: ou fica se lamentando, ou procura uma solução. Nunca devemos esmorecer diante das dificuldades. Os fracos se intimidam. Os fortes abrem as portas e acendem as luzes”. (Dalai Lama)
Por imposições determinadas pelos escalões superiores fomos obrigados a limitar o projeto a dois meses (dezembro-janeiro), com saída prevista de Tabatinga em 1º de dezembro de 2008 e chegada a Manaus em 29 de Janeiro de 2009. Pretendemos, se o Grande Arquiteto permitir, dar continuidade ao mesmo nos anos seguintes.
Infelizmente, o patrocínio, que já contávamos como certo, da Petrobras, não foi confirmado. E a última notícia, de 1º de Agosto de 2008, que recebemos da Coordenadora Geral Madeleine Braga da THE KEY, Organizações e Marcas Cidades, foi a seguinte: ‘Ainda não temos como precisar a data de pagamento. A gerência de Comunicação Institucional do Abastecimento da Petrobras, que nos contratou para supervisionar seu projeto, está passando por modificações, e isso pode estar impactando nos repasses’. Desde então, não tivemos nenhum retorno da Petrobras apesar de insistir diariamente em obter informações.
- Boas Novas
Parceiros
Em contraposição aos óbices que nos foram impostos, alguns aspectos positivos se apresentaram. Contamos, agora, com dois fiéis companheiros de viagem: o Coronel Flávio André Teixeira, ex-aluno do CMPA que possui, no Exército Brasileiro, os cursos de Forças Especiais, Pára-quedismo, Comandos, Salto Livre, Comunicação Social e Operações na Selva, na Colômbia o curso de Lancero e ainda, na sociedade civil, os de Auditor Líder e Perito Ambiental. A veterana canoísta e bacharel em Turismo Fabíola de Arruda Verga que está realizando Pós-Graduação em Cooperação e Integração Internacional, em Rosário, Argentina, e atuou como voluntária em projetos sócio-culturais nas comunidades indígenas, camponesas e ribeirinhas do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Meus parceiros tão-logo tomaram conhecimento do projeto ‘Rio-Mar’ vestiram, com paixão desassombrada, a ‘camiseta’ nos apoiando com todos os contatos e orientações possíveis e vão nos acompanhar, remo a remo, nessa jornada Épica.
Patrocínio de amigos
Nossos amigos, irmãos e mestres Cristian MAIRESSE Cavalheiro e Daniel Luis Costa SCHERER financiaram minhas passagens aéreas e o transporte do caiaque.
Meu Irmão maçom e ex-colega CMPA, Luiz Felipe M. Regadas, da Skysulbra Rastreamento de Veículos nos disponibilizou um GPS com todos os pontos de controle já armazenados e equipamento de rastreamento via satélite instalado no caiaque.
Divulgação
Os professores Capitão Alexandre José Kowalski de Oliveira, Professora Silvana Schuler Pineda e a Capitão Eneida Aparecida Mader têm nos auxiliado na formulação dos artigos relativos ao projeto-aventura e a questões amazônicas. Graças à minha querida amiga Rosângela Maria de Vargas Schardosim, de Bagé, temos conseguido a divulgação dos mesmos em diversos periódicos nacionais.
Apoio familiar
Tenho conseguido levar a bom termo nossos objetivos graças à compreensão, apoio e incentivo de meus filhos Vanessa, Danielle e João Paulo, e meu irmão caçula Dr Carlos Henrique Reis e Silva e sua querida família.
Alimentação e Pousada
A Polícia Militar do estado do Amazonas (PM/AM), seguindo determinação de seu comandante, Coronel Dan Câmara, vai nos apoiar com pousada e alimentação nas localidades em que paramos para o pernoite e que possuam destacamentos da organização. Graças a uma feliz coincidência, o atual subcomandante da PM/AM, Tenente Coronel PM Luiz Cláudio Leão, o então estagiário 16, um grande e especial amigo, concluiu conosco o Curso de Operações na Selva em 1999 no CIGS.
- Conclusão
“Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam”. (Henry Ford)
Independente de todas as dificuldades encontradas, de todos os obstáculos que ainda possam surgir, eu, acompanhado de meus fiéis parceiros e apoiado pelos abnegados amigos e familiares, cumprirei, parodiando as palavras do ilustre brasileiro Euclides da Cunha, ‘meu mais belo e arrojado ideal’. Não perdemos as esperanças de que ainda surjam patrocinadores, preocupados com a soberania nacional.
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